Viciado na manuseada dor.
Se o amor é seu,
Porque me anseio em pavor?
Ilibada, venho-vos estorvar,
Tentando, por nós, não me orgulhar,
Mas característico é o ódio
No sonho vivo colocado no pódio.
Evasiva, prestes a partir num adeus,
Sigo a veia ambiciosa de solidão.
Em meu nome, promete-me, Zeus,
Um novo caminho repleto de salvação.
Se o amor é seu,
Porque me anseio em pavor?
Ilibada, venho-vos estorvar,
Tentando, por nós, não me orgulhar,
Mas característico é o ódio
No sonho vivo colocado no pódio.
Evasiva, prestes a partir num adeus,
Sigo a veia ambiciosa de solidão.
Em meu nome, promete-me, Zeus,
Um novo caminho repleto de salvação.
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