Lágrimas – palmas sangrentas no rosto pavoroso.
Uma desnorteada, falhada tentativa; monstruoso
Sentimento, cabido na alma, qu’ evapora do coração,
Entoa suspiros, bichinhos amedrontados – emoção.
Tenciono chorar, cair sob o chão, ampliar-me a extremos
E deixar-me levar pelo homicídio, travada peonagem
Controlada pelas garras acesas, da reluzente tristeza, paragem
Perenta e diabólica das facadas cortantes , torturantes –
suculentos
Demónios rastejantes. Horizonte, amputa-me o peito.
Algo se aproxima – ondula-me sobre os ombros,
Como se por magia fizesse reacender a atrocidade do secreto
Irrepleto sentimento de culpa, arrancada dos passados
rasurados.
Não sei como agir, se confundir, fazer luzir.