Lágrimas – palmas sangrentas no rosto pavoroso.
Uma desnorteada, falhada tentativa; monstruoso
Sentimento, cabido na alma, qu’ evapora do coração,
Entoa suspiros, bichinhos amedrontados – emoção.
Tenciono chorar, cair sob o chão, ampliar-me a extremos
E deixar-me levar pelo homicídio, travada peonagem
Controlada pelas garras acesas, da reluzente tristeza, paragem
Perenta e diabólica das facadas cortantes , torturantes –
suculentos
Demónios rastejantes. Horizonte, amputa-me o peito.
Algo se aproxima – ondula-me sobre os ombros,
Como se por magia fizesse reacender a atrocidade do secreto
Irrepleto sentimento de culpa, arrancada dos passados
rasurados.
Não sei como agir, se confundir, fazer luzir.
Muito, mas muito profundo MESMO!
ResponderExcluirCom uma grande mistura sentimentos...
Muito bom, gostei :D