Torto, cismado em si, deteriorado na raiz perplexa.
Arranca-me o peitoral esvaziado, recalcado, pio a pio
Sem que demoras me sustentem pulsos de ar. Deixa!
Deixa que te cerce veias azuis, cor céu limpo.
Um ai prolongado, me nauseia com recordações,
Recordações tais, sem a mísera transparência
A que me disponho. Dais-me novas proporções?
Porções cor terra, unhas encravadas, extrema carência.
Quebra a barreira vidreira e atira-te sobre mim,
Cadáver; corta pedaço a pedaço, um nervo meu
E, escurece-me o olhar trevado, numa mancha subtil.
Afincadamente, afio-te a navalha cortante,
Apoio no rasgamento poro a poro, sustido numa mancha negra.
Sangue triturado cai-me como manifestação reflexiva do caos...