Medo,
o que de imediato me surge.
O
insucesso, a insegurança, o inconstante, ínfimos intolerantes adjetivos
pós-deceção.
Não
devia abordar tal história num refolhar precoce de 4 (8) meses temidos, de
avanços desafios, recuos imediatos? Um proluxos de amor, escondido na
entreaberta portinha de chegada.
O
beijo. O beijo ditou-me pouca coisa. Não me eram prometidos ofegantes momentos
além da atração. Partia tudo de senãos, quês e não vês. Uma história
atribulada, recheada de bichinhos que me picavam o estômago, de brilho
esverdeado extra aos meus olhos, olhos luzidos de cor, pro-cor. Olhares
cantados, sem que se provesse de voz alguma, risadas altas, sufoco de toda a
tristeza que nos fora causada para trás. A ameaça lançava-se, os sentimentos
repercutiam, o corpo a corpo aproximava-se, as chamas-hormonas, quenturas sem
normas. Vivia num insucesso comum, o de ser deixada, sem que me antepusesse a
mim e ao meu fardo amorativo. Inúmeros, os encontros apalhaçados, o toque
abraçado, a vontade apalavrada ou não, de não te querer deixar. As rodinhas do
tempo percutiam rapidez e só me passava pela cabeça, que bem ficava enlaçada
nos teus braços, tod’o dia; à noite a fluir nos mesmos, a aprazerar-me dos teus fogosos vulcões de paixão.
Penso
repensado, confiante desconfiada. Deixo a boémia, mando tudo aos ares,
entrego-me a ti num ato de fuga erosivo, explosão, bomba-amor. Confio-te a
vida, coço-me abençoada, detenho más energias… Quero-te tanto!
Que
eu morra numa junção a dois, contigo, clave bis e sóis.