sábado, 15 de junho de 2013

Congeminação Homicida

- Incorporo seres, travessuras – diabruras.

Magico faces – monstruosas pinturas
Que não me exponham à crueldade
Advinda da vinda pré – cega de sensações
Tropicais e escuras, mudança, temperaturas.
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Enclausuro-me!... Na podridão afincada
À suja e fugaz espectativa. Manipulo corações!
Destruo-os em seguida! Atinjo níveis abesantes, catastróficos,
Bolhantes apaixonados, que servem de petisco ao beliscão
Da Assassina, intitulada serva da Morte.
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Carrego o fardo resignado fim. Jamais t’
Apunhalo sem intenção maliciosa. Entr’
Aberta, a maldade pinho – floresta da lixeira,
Condenada aos restos mortais que acompanham
A anormalidade crua, magreza, ossura.
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- Segue-me a mancha, Afeiçoado a rostos múltiplos.
Sem demora, eis o meu decesso: Sustive o sopro.

O sopro no coração.

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