- Incorporo seres, travessuras –
diabruras.
Magico
faces – monstruosas pinturas
Que
não me exponham à crueldade
Advinda
da vinda pré – cega de sensações
Tropicais
e escuras, mudança, temperaturas.
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Enclausuro-me!...
Na podridão afincada
À
suja e fugaz espectativa. Manipulo
corações!
Destruo-os
em seguida! Atinjo níveis abesantes, catastróficos,
Bolhantes
apaixonados, que servem de petisco ao beliscão
Da
Assassina, intitulada serva da Morte.
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Carrego
o fardo resignado fim. Jamais t’
Apunhalo
sem intenção maliciosa. Entr’
Aberta,
a maldade pinho – floresta da lixeira,
Condenada
aos restos mortais que acompanham
A
anormalidade crua, magreza, ossura.
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Segue-me a mancha, Afeiçoado a rostos múltiplos.
Sem
demora, eis o meu decesso: Sustive o sopro.
O
sopro no coração.
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