Um desgosto apunhalado
E ninguém me salva.
Serrita e acena-me ao peito.
Ó túmulo da Verdade – arrancais os ossos
Da perdição, um sono sossego sem tempo.
Quem
dera à morte ter-me como refém!
Revolta por tiroteio, lágrimas assemelhadas
Ao sangue esculpido humedecido escurecido,
Pelas traições, pinhões enraivecidos.
Um sobretudo, térmico, por mérito;
Louvável quentura; uma diabrura passável
De peles infindas: Sol a sol, raios. Perdura
A penúria de não te amarrar aos tentáculos
Meus. – Que angina me provocas
Ao engolir o orgulho, pico do auge,
Força demoníaca, crítica, antiética.
Preenchais teu peso morto – conto pro crer, sem ver.