Lágrimas despejando mágoas medonhas,
Medonhas esperanças. Um sopro
Aproxima-se, ergo o rosto, até que o compro
Em troca de uma sentença reluzente de escombros.
Os fios amarelos
esvoaçam na ventania,
E enxugo a vista, olhar perdido na esguia
Estrada que se pôs ante mim. E, não entendo!
Acende-me uma Luz, fogo ardente nos pulmões –
Pulsões luzidas por tal predominância estatal do Amor.
Ó, perturbada, quem dera manter-me estável
E psicótica consoante a batida que palpita
Demónios aguçados por sanguessugas:
Consequência do gelo, que, quebradiço
Se atira na ponte do infortúnio. Sois meu?
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