Falsa? A consciência inexistente, sobressaltando sem uma razão credível.
Hipócrita? O que advém dos teus versos explicativos.
Um dia, em breve, talvez tarde que é um nunca aproximado, procurarás, tu (primeira e única criatura do meu ópio de amor), entre os girassóis – plantas que manobram a vida consoante a percentagem do sorriso; o que de mim sempre restou, a fúria incondicional de amar sem merecer.
Assim, por fim, imagino, até recordo, o meu desejo partilhado; o meu erro vitorioso pela fuga interessada em dimensionar a energia do luar; o meu regar de memórias, tão contraditórias, que um dia renascerão, permanecendo na entrega do máximo alcançável. E, perdoarei os meus actos destruidores de razão e, negarei o meu desejo insaciável, determinado com extrema persuasão, embora apoiada na perpetuidade do passado. Além de, tencionar resguardar a igualdade e simplicidade da permanência desaparecida no sentimento vulgarizado pela actualidade, pela modernidade, tão adepta de desconstrução solitária.
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