Apaga esta fúria descomunal. Contrariando o seu
Instinto absurdo, caminho pé ante pé, interpenetrando
Em tal mente sujamente imunda, descabida entretanto.
Que amargura de viver, que odor a esgoto e mel a ser.
Se me correspondes nesta manipulação de crer
Em ti, em malévolos atritos,
que fazeis ao apunhalar-me
Os rins da sensação? Mata-me
desejo. Desejo mata-me!
Intragável, sabor a casca fria,
piedoso
azedume perdido no tempo;
marcas apropriadas
Ao rebolante circunflexo intitulado
“poderoso”,
O Rei da gerência humana: o
Outro.
Assombro
Nenhum comentário:
Postar um comentário